Dia de ir na casa dos pais de Thi.... acordamos... nos arrumamos e fomos... estava tudo de bom, como sempre... :D voltamos pra casa... de noite assistimos um filme otimo :D e dormimos
Sintonia de alma. Já sentiu isso? É a coisa mais maravilhosa do mundo. O sexo já começa ao se olhar, não precisa nem se tocar. Você olha para a pessoa e a admira, deseja, e quer mais dela, quer além dela. Aquela química inexplicável! Ui! As horas juntos nunca são suficientes, nem os dias e nem os momentos. Os momentos se tornam intensíssimos... sempre se quer mais... e olha que isso é um evento raro... poucas pessoas na vida casam-se com suas almas gêmeas. Porque isso é irracional demais, é loucura, devaneio, apesar de ser uma das verdades mais gostosa da vida.
Há mais de 5 anos convivo com uma doença crônica que, quando em crise, me prostra. Sinto dores incapacitantes alguns dias e, outros dias, dores mais "fraquinhas"... todos os dias são assim. Não sei mais o que é uma vida sem dor. Tenho insônia, insônia causa mais dor e isso vira um ciclo vicioso. O descanso não resolve o cansaço. E uma loteria... dormir e acordar melhor ou pior... uma verdadeira roleta russa. É um cansaço que não passa, mesmo depois de dormir a noite toda. É esquecer palavras simples no meio de uma conversa. E viver tentando explicar o que muitas vezes nem eu entendo direito. Acordar de manhã é um desafio. Os músculos doem como se tivesse passado a noite inteira fazendo exercícios pesados... se tivesse capinado 400 lotes. A fadiga não é apenas cansaço; é uma exaustão profunda, como se o corpo estivesse sempre no limite. Mesmo tarefas simples, como pentear o cabelo ou subir alguns degraus, às vezes se tornam obstáculos. Sou vulnerável à fibromialgia, mas, també...
Uma coisa que não tem volta é a maternidade. Uma vez mãe, para sempre mãe. Mesmo tendo tido a oportunidade de gerar por pouco tempo ou até quase o final da gestação e nunca chegar a conhecer seu bebê e não ter a oportunidade de maternar literalmente, a maternidade não tem volta. Mas sabe uma coisa que também não tem volta? A calcinha pós parto! Foi uma coisa que a maternidade trouxe junto e não foi embora, ficou. Não tem volta mesmo. Ah, que conforto, que maciez, que coisa divina! Porque não apresentam logo às mulheres essa coisa não tão minúscula, mas libertadora? Hei de afirmar que nunca fui fã de calcinha de espécie alguma. Gosto de andar "na calha" (sem calcinha), o mais confortável possível. Quando estou "naqueles dias" eu uso calcinha, mas a pós parto.
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